set 06
Door Pod – By Oxy Enviado por admin

Door Pod

Door pod é uma caixa acústica que é instalada na porta, tem a mesma função do pezinho que é prover volume acústico dutado ou selado. Além de direcionar o áudio para os ouvidos do motorista.

Suas paredes devem ser rígidas o suficiente para não refletirem o áudio produzinho pelo falante, causando cancelamentos de onda ou ruídos devido a vibração de suas paredes.

As fotos abaixo foram cedidas por Leandro Carvalho e todo crédido das fotos são para o autor.

As vantagens do Door Pod são:
- diminui as possibilidades de alguém chutar o alto-falante
- Não ocupa lugar no descanso de pé do motorista
- Pode ser solução quando não há espaço para um Pezinho

Desvantagens:
- fica muito próximo ao ouvido do motorista, aumentando a diferença entre a distância do falante direito e esquerdo para o motorista.

As fotos abaixo são da construção de um Door Pod de 4 Litros para um Fiat Palio.


Bolsas originais do Palio

Molde em fibra de vidro da bolsa original

Vista externa do molde em fibra

Placa de madeira para estrutura

Placa de madeira para estrutura

Vista do Door Pod pronto

Vista traseira do Door Pod, já com courvin colado e espuma de poliéste instalada no interior.

Vista do Door Pod

Door Pod instalado na porta sobre uma chapa de madeira.

Door Pod instalado na porta

Door Pod instalado na porta. Falantes voltados para o motorista.

Molde em fibra recebeu camada de massa plástica
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Aplicando Manta Asfática

Por quê aplicar manta asfáltica?

Toda grande chapa de metal tem a probabilidade de vibrar nas baixas frequências. Essa vibração causa coloração no áudio (ruído) e cancelamento de onda, resultando em uma baixa pressão sonora. A manta reforça a estrutura evitando vibrações.

Serve também para vedar buracos formando uma caixa acústica na porta.

Ela pode ser colocado na chapa externa e interna da porta e laterais, teto e porta-malas. Enfim, todo local onde você não quer que haja vibrações ou queira vedar buracos.

Escolha da manta asfáltica

A manta asfáltica é vendida em rolos de 10 metros e são encontrados em lojas de material de construção, pois sua principal utilização é a vedação de lajes e telados. Sua espessura comum é de 3mm. Seu peso é de aproximadamente 5Kg/m2 (rolo de 50Kg) E os principais fabricantes são Viapol (http://www.viapol.com.br) e Vedaciti.

Utilize a manta com uma camada de alumínio, pois esta ajudará a manter a forma e consistência da manta após aquecida, além de ajudar na aderência entre as placas que se sobrepõe.

Em algumas lojas, a manta é vendida em metros, outras, em metade do rolo.

O preço médio do rolo é de R$110.

Outros materiais necessários

- maçarico
- butijão de gás
- luva de raspa
Luvas de Raspa, feito de couro, funcionam muito bem como isolante de calor.
- estilete grande

Estilete de boa qualidade, alguns feitos inteiramente de plástico quebram muito fácil.

Cuidados com a desmontagem

É necessário muito cuidado e organização ao desmontar as portas, não queremos perder parafusos ou presilhas.

Quando possível, é aconselhável comprar antecipadamente algumas presilhas para serem utilizadas, pois na desmontagem, sempre há quebra de presilhas por ressecamento.

Onde aplicar a manta

A manta deve ser aplicada na folha de aço externa da porta para aumentar a resistência. Faça um teste, do lado de fora do carro, bata com o osso do dedo. Vai fazer um tuc-tuc ou até um toin-toin se a folha da porta for muito fina, após a aplicação você deve ouvir um barulho seco e duro (toc-toc)

Na parte interna também deve ser aplicada para montar uma caixa acústica quase vedada. Para isso, todos os buracos devem ser tapados. Quanto mais rígido as paredes da porta ficarem, melhor.

Cuidado para não vedar os respiros inferiores, bem no fundo da porta, por onde escorre a água que eventualmente desce pelo vidro.

Como aplicar
Primeiro corte pequenos pedaços de manta, em tamanho entre 15×15 a 5×10cm, quanto menor, mais fácil de manusear.

Estilete protegido para evitar maiores sujeiras e os pedaços de manta cortados

Rolo da manta sendo cortado

Utilize uma chapa de madeira descartável para servir de base para aquecer a manta.

Aqueça a manta, até que a película de plástico queime totalmente. Caso não queime, este plástico endurece e você perderá a aderência da manta no carro, podendo cair com o tempo.

Pegue o pedaço de manta aquecida e vá colocando até formar uma camada rígida, quanto mais rígido a porta ficar, melhor.

Você também pode utilizar uma madeira para aplicar a manta em locais onde a luva não alcança.

Aplicação em Saveiro:

Forro da porta de Saveiro

Porta de Saveiro sem o forro

Bujão pequeno e maçarico pronto para entrar em ação

Luva recebeu proteção com fita crepe para facilitar a limpeza depois.

Maçarico esquentando a manta

Todo o filme plástico plasparente deve ser queimado

Utilizando uma madeira para aplicar a manta onde a luva não alcança.

Utilizando uma madeira para aplicar a manta onde a luva não alcança.

Utilizando uma madeira para aplicar a manta onde a luva não alcança

Porta já recebeu uma camada na chapa externa

Iniciando fechamento dos buracos na estrutura

Porta fechada, deixando abertura para a traseira do falante

Buffle já instalado, fitas de manta foram depois colocados na borda para fedação

Vista da porta totalmente vedada como uma caixa acústica para o falante

Tempo de serviço
Prepare o dia todo para aplicar manta nas duas portas, ou no mínimo 5 horas.
O resultado é muito cansaço de ficar se contorcendo para enfiar a luva nos lugares apertador. O dedo todo sujo de pixe. O chão cheio de pontos de pixe.
Pense bem antes de realizar o serviço.

Faça orçamento com as melhores lojas que poderão fazer um serviço melhor e poupará todo trabalho que você teria.
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Limpando equipamentos

- CD Players: Sua lente deve ser limpa a cada cinco mil horas ou em média a cada um ano. Utilizando apenas um cotonete seco, sem nenum produto químico. Tome cuidado pois é um componente muito frágil.

- CDs: Não manuseie se estiver com as mãos sujas ou transpirando. Para limpá-los é aconselhável usar apenas uma flanela seca.
Sabe aquela cola que ficou do adesivo de papel que você arrancou do seu CD? Para tirá-lo, use um algodão embebido no óleo vegetal, aquele da cozinha, isso mesmo, aquele óleo que sua mãe ou esposa utiliza para frituras. Vá esfregando que a cola vai desgrudando do seu CD, depois é só limpar com um papel o excesso de óleo.

- Toca-Fitas: Quando o som ficar abafado, limpe o cabeçote com um cotonete embebido em álcool isopropílico. (álcool com baixo teor de água). O álcool comum pode oxidar as partes metálicas.

- Frente dos aparelhos: Não é recomendado usar produtos químicos na parte externa do rádio. A limpeza deve ser feita apenas com flanela, cotonetes ou pincel, sempre secos.
Utilizando essas dicas seu aparelho terá uma vida mais sadia.
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Potência RMS vs. SPL. Mitos e verdades da potência elétrica.

Um alto-falante de 50 Watts RMS pode receber até 50 Watts RMS sem queimar , explica Sérgio Pires, diretor industrial da Bravox. Portanto, a potência especificada para um alto-falante é a que ele suporta sem danos e não deve ser confundida com a intensidade de som que ele fornece , completa.

Um alto-falante mais potente não toca mais alto que os outros, pois quem determina a intensidade do som é o SPL do alto-falante e não a sua potência. De acordo com a sua eficiência (SPL), o alto-falante produzirá mais ou menos energia sonora para uma determinada potência a ele fornecida.

Portanto um alto-falante de 100 Watts, quando alimentado por um amplificador de 50 Watts, fornecerá a mesma intensidade de som que outro de 200 Watts – se tiverem o mesmo SPL. Comprar um alto-falante mais potente na expectativa de obter maior intensidade sonora é o caminho mais curto para a frustração , completa Pires.

A potência que um alto-falante suporta é, geralmente, determinada pela máxima temperatura que sua bobina móvel pode suportar sem queimar. Essa temperatura depende dos materiais empregados na fabricação da bobina, e principalmente do seu tamanho. Segundo o diretor, é por este motivo que alto-falantes de grande potência utilizam bobinas móveis de grande diâmetro.

Sendo que, quem gera e fornece a potência elétrica é o toca-fitas ou o amplificador, a potência elétrica máxima que podem fornecer depende de sua construção e não da potência do alto-falante. Assim, um amplificador de 100 W RMS, fornecerá 100 W RMS tanto a um alto-falante de 100 W RMS com a um de 1.000 W RMS. Portanto o fato de usarmos um alto-falante de potência maior, explica, não nos trará nenhum acréscimo de intensidade sonora, podendo muito provavelmente ocorrer o inverso .

Para evitar danos devemos seguir algumas regras como, não usar um alto-falante com potêcia menor do que o amplificador ao qual ele será ligado, porque com isso estaremos sobrecarregando-o, podendo até provocar sua queima , aconselha. Por outro lado, usar um alto-falante com potência muito maior do que o amplificador ou toca-fitas, não trará nenhuma vantagem.
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Reforma de Alto-falantes

Reforma de Alto-falantes – Prática de uma profissão não reconhecida pelos fabricantes

Marcos Antonio de Souza, téc
maxtony@bol.com.br
www.multimax.hpg.com.br

Multimax Alto-falantes

maxtony.vila.bol.com.br

1. Limpeza do alto-falante
2. Limpeza da carcaça
3. Reforma Geral
4. Pequenos reparos
5. Reaproveitando bobinas
6. Reforma de subwoofers

Limpeza do alto-falante

Qualquer reparo em um alto-falante começa com uma limpeza geral, para se verificar a verdadeira condição física do alto-falante.
Inicie a limpeza com um pincel retirando a poeira e outras sujeiras do alto-falante, com cuidado para não danificar o cone. Depois desta primeira limpeza faz-se a verificação dos defeitos, que podem ser desde cordoalha arrebentada, fio partido até bobina queimada que explicaremos melhor oportunamente, para efeito de demonstração vamos partir para uma limpeza completa.

Limpeza da carcaça

A limpeza da carcaça começa com a retirada das guarnições, para isso eu utilizo um canivete, o qual, eu retirei o fio. O processo consiste em retirar a guarnição não danificando o seu plástico. Mantendo as guarnições intactas se você precisar de alguma que não tenha no momento, pode utilizar alguma guarnição usada. Para retirar o protetor, com uma tesoura, você fura o protetor e recorta em 4 pedaços e retira mais facilmente. Começando a retirar o cone, recorte a suspensão do cone, retire a suspensão puxando com a mão, corte a cordoalha. Recorte o cone em volta da bobina e seus fios, recorte também a centragem em volta da bobina, não danifique a bobina, pois ela poderá ser reaproveitada ou servir como prova de queima. Puxe o restante da centragem que estiver na carcaça.
Agora que só restou a carcaça e o ima, comece limpando com o pincel, para retirar a poeira interna, um pano úmido completa a limpeza. Restando apenas o receptáculo do ima para ser limpo, vamos aos métodos. A poeira se retira com um compressor de ar ou com sopros bem fortes. Limalhas de metal se retira com fita adesiva (fita crepe) envolta a um plástico duro. Cola se retira com um plástico bem duro, lixa fina e muita paciência. Ferrugem dependendo da quantidade só descolando o ima e colando novamente, processo este que será explicado posteriormente, se não for muita, dá pra retirar com lixa grossa e fina. Todos os processos de limpeza do receptáculo do ima, arremata-se com fita crepe envolta em plástico.

Reforma Geral

Bobina
Depois da limpeza começa a escolha das peças.A definição do tamanho da bobina consiste em medir com uma pequena régua o receptáculo da bobina, verificado o tamanho, testa-se bobinas de tamanho aproximado ate descobrir qual é o tamanho certo, tem que ficar com espaço mais ou menos igual de um lado e do outro da bobina. Algumas vezes tem-se a opção de bobinas de freqüências diferentes; Médios, graves, subgraves, agudos, etc.

Centragem e Cone

Depois se escolhe a centragem, primeiro pelo tamanho depois pela altura cuidando para não ficar baixa demais, dificultando o funcionamento do alto-falante, (centragem bate no ima).A centragem e o cone têm que formar um conjunto, sendo o encaixe perfeito quando da montagem, o cone encoste-se na centragem sem a empurrar para baixo (depois de cortado o orifício da bobina). Sobre o cone ficar encostado na centragem, isso não quer dizer que não funciona se ficar espaço entre o cone e a centragem, a ressalva é quanto ao acabamento e que tem que se fazer duas colagens, uma da bobina na centragem e outra da bobina no cone.
O conjunto entre a centragem e o cone só realiza-se quando se corta o orifício na centragem e no cone para a colocação da bobina. Nas primeiras vezes, quando você cortar os orifícios no cone e na centragem, pode ser que o conjunto não fique como você imaginou. Nessa altura só resta trocar um dos componentes, ou, os dois e tentar novamente. Com a experiência estes erros não ocorrerão mais. Uma dica é com a centragem pronta, com o orifício recortado, coloca-se o cone e verifique se o tamanho esta bom.

Cordoalha

A cordoalha é colocada furando dois buracos no cone à uma distancia de 5 à 15mm (dependendo do tamanho do alto-falante e do protetor) do buraco de colocação da bobina. O tamanho da cordoalha define-se medindo visualmente a distancia entre a bobina e o terminal com sobra para a curvatura característica, para evitar que a cordoalha se quebre com o movimento do alto-falante. Coloca-se a ponta da cordoalha no buraco, fixe a outra ponta no cone com fita crepe então cole a cordoalha no buraco com borracha liquida.

Fixação da Bobina

A fixação da bobina é feita com plásticos mais finos ou mais grossos dependendo do espaço interno entre a bobina e o receptáculo. Havendo duvida quanto ao direcionamento vertical da bobina, passe um plástico entre a parte externa da bobina e o receptáculo, se houver alguma parte mais larga que outra, vá direcionando a bobina ate ficar igual. O ideal é usar plásticos iguais na parte interna da bobina e que ela fique bem dura no local.
A altura da bobina varia conforme a freqüência da bobina. Para médios 20% do enrolamento acima da base da carcaça, para graves 1/3 do enrolamento e subgraves 2/5 do enrolamento. Mas o ideal é, se você puder copiar a colocação da bobina original. Bobina fixa e conferida podemos partir para a colagem da centragem.

Fixação da Centragem

Antes da colagem, vou explicar melhor como deve ser o orifício para colocação da bobina. Primeiro coloque a bobina em cima e no centro da centragem, verifique o tamanho do buraco, corte o buraco menor do que a bobina, em seguida use uma chave de fenda para alargar um pouco o orifício da centragem, passando a lateral da ponta da chave de fenda. Desse modo amolece-se um pouco as laterais do orifício, fazendo um encaixe melhor na bobina. Para fixar a centragem na carcaça, segura-se a centragem pelo orifício central e passa-se a cola 3M (adesivo de junta de motores) nas laterais inferiores da centragem, encaixa-se na carcaça e na bobina pegando na centragem pela lateral. Se o cone não ficou encostado na centragem ou se for utilizar duas centragens (uma reta e outra alta), agora é feita a primeira colagem com cola epóxi.

Fixação do Cone

Agora vamos ao cone, a colagem na carcaça pode ser pelo mesmo método da centragem, ou, pode-se passar a cola 3M na carcaça e encaixar o cone. Agora solde o fio da bobina na cordoalha e teste com o multiteste nas pontas externas da cordoalha.

Colagem Central

Agora a colagem central. Prepare a cola epóxi e aplique utilizando chaves de fenda bem pequenas. A quantidade de cola depende do tamanho do alto-falante e a sua potencia; Alto-falantes de médio 3” á 5” necessitam de pouca cola bastando a fixação da centragem e do cone, Alto-falantes de graves e subgraves 6” á 21” necessitam de cola até cobrir o encaixe e mais 1 à 5mm dependendo do tamanho, Alto-falantes de subgraves podem precisar de reforço na colagem da bobina, passando cola nos fios e no suporte e depois lixando um pouco. Depois da colagem espera-se duas horas para testar o alto-falante.

Testes e Acabamento

Retire os plásticos que estão fixando a bobina, faça o teste manual de centralização (segure na carcaça, coloque os dois dedos polegares na parte superior do cone e os dois dedos indicadores na parte inferior, segure, levante e abaixe, sinta se a bobina encosta no receptáculo do ima, antes de condenar o serviço, segure nas pontas exteriores da cordoalha para descarregar a eletricidade estática. Passando no teste use a borracha liquida e cubra os fios e a solda da bobina na cordoalha.
Se o cone não tiver suspensão de borracha ou de tecido, o próximo passo é passar gel para bordas na suspensão de papel.
Primeiro faça dois círculos ao redor do cone com o gel, (eu uso um recipiente com bico com gel, para melhor controle) molhe o pincel e passe na suspensão de papel, mantendo a maior simetria possível para melhor acabamento, espere secar (umas duas horas). Com uma chave Philips fure os buracos para os parafusos, encaixando nos buracos da carcaça. Coloque agora a guarnição, coloque elas na mesa e passe cola 3M na parte que vai ficar por baixo, em seguida coloque em seu respectivo local na carcaça.

Fixação do Protetor

A colocação do protetor consiste em colocar o protetor no centro do cone, medir a distancia do protetor até a suspensão, mantendo a mesma distancia de todos os lados, com uma caneta faça um circulo ao redor do protetor. Agora você já sabe onde colocar o protetor. Passe cola branca para papel no protetor e cole no cone. Se precisar use um peso em cima do protetor até a cola secar.
Solde a cordoalha no terminal e pronto

Pequenos reparos

Troca de terminais duplos;

Os Alto-falantes instalados em tampões tem seus terminais constantemente agredidos por malas e outros objetos colocados no porta malas, muitos terminais se quebram podendo causar curto-circuito das saídas de som. Para trocar os terminais retire as cordoalhas, retire o rebite central, para isso use uma furadeira ou um alicate de corte. Para fixar o terminal novo pode-se usar rebites ou parafusos.

Cones quebrados

Os cones de plásticos as vezes se quebram e necessitam de uma colagem eficiente e pouco aparente se possível. Para isso a melhor cola é a do tipo Araldite epóxi 10 minutos Solda fria, passando a cola somente na parte inferior do cone, se precisar passar na parte superior passe a cola Araldite epoxi traparente, antes de colocar a cola, passe o canivete na parte inferior do cone, arranhando para a cola se fixar melhor.

Furo na suspensão

As vezes no momento de parafusar o alto-falante a chave escapa para o lado e fura a suspensão do alto-falante, isso acontece pela pressa do instalador e pela utilização de parafusos de fenda para fixação dos Alto-falantes, a utilização de parafusos Philips é muito mais segura. Use gel para bordas no local do furo, isso irá manter a suspensão firme, mas, se o uso for para campeonatos ou profissional, é aconselhável a troca da suspensão.

Fio da bobina partido

Aparentemente o alto-falante parece estar com a bobina queimada, mas quando se retira o protetor parece estar tudo normal, então antes de fazer a limpeza geral verifique os fios da bobina na parte em que são soldados na cordoalha, com o ferro de solda verifique se os fios estão partidos, se estiverem teste com um teste de continuidade ou um multímetro, par ver se a bobina está funcionando, se estiver solde os fios na cordoalha, se precisar use fios de bitola maior para emendar, teste novamente, estando tudo bem cubra os fios com borracha liquida e coloque outro protetor usando cola para papel.

Reaproveitando Bobinas

Como a bobina foi retirada no método descrito no capitulo da limpeza. Use um alicate de corte para retirar parte da cola da bobina, mantendo intacta a cola que cobre os fios que estão soldados na cordoalha. O restante retire com o canivete. Em seguida, com o ferro de soldar, limpe os fios da bobina e retire a cordoalha. Finalizando, passe o corpo de uma chave Philips por dentro da bobina, para alisa-la novamente.
Em bobinas de Kapton, para soltar a cola do Kapton passe o ferro de solda na parte interior da bobina, quando esquentar a cola, retire-a com o canivete. Se voçe não esquentar o Kapton ele vai se quebrar quando voçe for retirar a cola.

Reforma de Subwoofers

Boston Generator 300watts RMS
A bobina tem que ser feita sob encomenda, como o receptáculo da bobina no ima é muito curto, se o enrolamento da bobina ficar baixo demais, a bobina bate no ima, se o enrolamento da bobina ficar alto demais, a bobina sobe demais e na descida pode bater no ima e estragar o suporte dela batendo no centralizador do receptáculo.
Tente fazer um balanceamento do enrolamento deixando a mesma medida
de enrolamento que ficar fora do receptáculo, como espaço abaixo do enrolamento.
Recomenda-se passar cola epóxi fixando o enrolamento ao suporte da bobina e lixar antes de montar (a potência é tanta para o diâmetro de 50,5mm, que o enrolamento se solta).
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Pezinho em tecido, fibra de vidro e resina
como tem muita foto, resolvi postar o link…
http://www.autosom.net/artigos/FiberglassingKickPanels.htm
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CONTINUA…

Post: http://www.golquadrado.com.br/forum/viewtopic.php?t=2614

set 04

galera eu sei q é bem complicado quando falamamos em termos tecnicos mas quando se trata de fiação e alimentação infelizmente temos q usa-los..e como grande partes dos artigos utilizam tabelas, vou postar o link.
bem este é o nosso penultimo artigo, portanto estamos chegando ao fim, o ARTIGO 10 n tera um assunto especifico, sera bem difernte..
abrass
oxy
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Por que dimensionar os cabos de força

Muitos sabem que é necessário dimensionar corretamente os cabos de força, mas geralmente não sabem porque. Tentaremos demonstrar o que ocorre caso o cabo não é bem dimensionado.

O cabo de força é o fio que liga a bateria até o amplificador ou bloco de distribuição e possui em média 5 metros de comprimento.

Vamos supor que o amplificador utilizado seja um de 800W RMS classe AB com eficiência de 60%.
Isto significa que somente 60% da energia consumida vira potência sonora, portanto a potencia consumida é, utilizando a regra de três:
800W = 60%
x = 100%

x = (800*100)/60
x = 1333 W RMS

A corrente consumida quando o amplificador está fornecendo os 800W sonoros é:
P = V * i
i = P/V
i = 1333/12
i = 111 Ampéres

Sabemos que o cabo de força tem uma pequena resistência interna devido a impurezas no material condutor.
Tomemos por exemplo um cabo de 13mm2 que tem 1,27 Ohms num pedaço de cabo de 1000 m. Veja as informações de outros cabos no artigo http://autosom.net/artigos/awg.htm

Como estamos utilizando 5 metros de cabos, vamos fazer uma regra de três para saber a resistência nesse pedaço:
1,27 Ohms = 1000 metros
x Ohms = 5 metros

x = (1,27 * 5)/1000
x = 0,00635 Ohms

Agora sabemos que num cabo de bitola 13mm2, cujo comprimento é 5 metros, teremos 0,00635 Ohms de resistência. É um número pequeno, mas vamos saber o que isso é capaz.

Vamos descobrir a tensão no amplificador:
Vamp = Vbat – Vcabo

Tensão no amplificador igual a tensão na bateria menos a tensão perdida no cabo.

A tensão perdida no cabo é:
V = R*i
onde R = resistência do cabo
i = corrente no cabo

Agora vamos supor que numa música, a corrente consumida pelo amplificador varie de 20 a 111 Ampéres, vamos estudar a variação da tensão no amplificador.

Vamp = Vbat – R*i
Vamp = 12 – 0,00635*20
Vamp = 11,873
variação de 1,06%

Vamp = 12 – 0,00635*111
Vamp = 11,295
variação de 5,87%

Com isso concluímos que a tensão no amplificador irá varia de 1,06% a 5,87% da tensão na bateria.

Agora vamos ver a potência perdida no cabo:
P = V * i
P = R * i^2

Para 20 A:
P = 0,00625 * 20^2
P = 0,00625 * 400
P = 2,5W

Para 111A:
P = 0,00625 * 111^2
P = 0,00625 * 12321
P = 77W

Note que a potência perdida no cabo através de calor é significante.

Imagine aquele mal contato com a bateria ou no porta-fusíveis ou no bloco de distribuição onde um pequeno ponto tem uma pequena resistência de 0,00625 Ohms, seria como ter aceso uma lâmpada de 77W que vocês sabem que é bem quente.

Com isso mostramos que a menor resistência no cabo, dissipa uma boa potência numa corrente elevada, é por isso que os cabos devem ser bem dimensionados afim de termos as menores perdas evitando também o aquecimento do próprio cabo.
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Cuidados com os cabos de alimentação

- Puxe a fiação positiva diretamente da bateria:
- Tome muito cuidado com curtos-circuitos, utilize anéis de borracha;
- Lembre-se que a lataria é o pólo negativo ( ou terra ) de todo sistema elétrico. Se você encostar o fio positivo na lataria causará um curto-circuito que pode danificar a bateria, a fiação ou outros componentes eletrônicos de seu carro como injeção eletrônica ou outros componentes.
- Instale um porta-fusíveis perto da bateria (no máximo 50 cm).
- Não passe fios perto de cantos afiados e utilize sempre anéis protetores.
- Puxe a fiação negativa do sistema diretamente da lataria do carro, próximo de onde foi fixado o Amplificador ou CD-Player.
- Assegure-se de que tenha um bom contato com a lataria lixando o local.
- Lembre-se de que ambos os cabos positivos e negativos de sua alimentação devem ter espessuras idênticas para fazer fluir a corrente elétrica pelo seu sistema.
- Utilize sempre a menor distância para passar os cabos de alimentação.
- Nunca passe cabos de alimentação perto dos cabos de áudio.
- Certifique-se de que haja ótimo contato entre os cabos e os terminais do amplificador.
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Fusível, Bateria e Cabo

Uma grande dúvida da maioria dos instaladores de garagem é saber dimensionar o fusível do sistema, assim com esse artigo tentaremos sanar todas as dúvidas.
Primeiramente devemos calcular a corrente que o sistema vai consumir
I= ( PotRMS x 2 ) / 12

Onde:
I é a corrente máxima consumida
PotRMS é a potência realmente utilizada, não necessariamente a potência nominal do amplificador. Ex.: Amplificador de 4 x 50W RMS em 4 Ohms ( 200W total ) mas está sendo utilizados falantes de 8 Ohms portanto o amplificador estará fornecendo 4 x 25 W, total de 100W RMS realmente sendo utilizada.
2 , devido a característica da grande maioria dos amplificadores ter rendimento de 50%, isto é, metade da corrente que ele consome é dissipada em calor e a outra metade é utilizada para movimentar o ar (pelos falantes) gerando o som, assim a corrente é proporcional a duas vezes a potência nominal do amplificador.
12 é a tensão média da bateria.

Ex.: sistema com 300W RMS. I = (300 x 2)/12 = 50 Ampéres
Pronto, calculamos a corrente máxima que vai passar pelos cabos e pelo fusível. (o dimensionamento dos cabos iremos verificar mais adiante) Mas é só isso???
Não!!!! A principal função do fusível é proteger o sistema elétrico do carro contra um eventual curto-circuito no projeto sonoro. Portanto para termos 100% de proteção devemos considerar a máxima corrente que a bateria pode fornecer.

Para manter sua bateria protegida devemos achar o valor máximo do fusível a ser utilizado.
Geralmente a bateria automotiva vem especificada em A/h ou minutos de capacidade de reserva (ou MRC = minutes of reserve capacity) A/h significa a máxima corrente que ele pode fornecer durante uma hora até se esgotar e MCR (minutos de capacidade de reserva) significa o tempo que ela consegue fornecer o máximo de energia. Carros populares geralmente possuem bateria de 45 A/h e carros de médio porte, 55A/h e 60MCR. Outra especificação é a corrente de partida (ou CCA = cold cranking amps) que indica a corrente máxima de pico ( em frações de segundo) útil somente quando estudamos o que ocorre na hora da partida do motor, não tendo influência quando estudamos um projeto sonoro.
Para sabermos a corrente máxima da bateria fazemos uma aproximação com o valor MCR. Ex.: Uma bateria de 60 MCR pode fornecer no máximo 60 A.
A vida útil da bateria é especificada em ciclos de carga e descarga, valores como 2000 ciclos ou 2 a 3 anos de vida útil.
A bateria é composta por seis células de chumbo/ácido sufúrico (duas placas de chumbo mergulhadas em ácido) que produz uma tensão de 2,4 V cada, total de 14,4 Volts na bateria com carga máxima, portanto se a tensão cai abaixo de 10,5 V é porque existe alguma célula em curto. Atualmente está sendo fabricado baterias com uma liga de prata/chumbo nos eletrodos positivos, outros possuem gel ao invés do ácido líquido e utilizam placas enroladas como caracóis ao invés de simples placas colocadas paralelamente como nas baterias comuns, tudo isso para aumentar a área de cada eletrodo aumentando assim a máxima corrente que ela pode fornecer.

Agora que sabemos a corrente máxima que a bateria pode fornecer podemos dimensionar o máximo valor do fusível que melhor protege sua bateria e sistema elétrico do automóvel. (100% de proteção) Se sua bateria é de 55A/h e 60 MCR podemos aproximar a corrente máxima para 60 Ampéres, então o valor máximo do fusível será metade deste valor, isto é, 60 / 2 = 30A.
Este valor é devido ao fusível ser projetado para cerca de 200% de seu valor em 5 segundos ou cerca de 350% em 2 décimos de segundo, usando este raciocínio o fusível irá proteger a bateria de fornecer mais de 60A quando ocorrer um curto-circuito no sistema sonoro. Essa é a proteção 100% mas podemos muito bem utilizar um fusível de maior capacidade (valor nominal maior) mas caso haja um curto-circuito no sistema de som este fato irá diminuir a vida útil da bateria. Mas devemos necessariamente trocar a bateria caso a corrente que o sistema consome seja maior que a máxima corrente da bateria. Ex.: bateria de 60A e seu sistema é de 366W RMS que significa que seu sistema vai “puxar” 61A que já é maior que a capacidade máxima de sua bateria, portanto deve-se trocar a bateria.
Vamos a alguns exemplos:
Bateria Sistema sonoro Fusível Obs
55A/h e 60MCR = 60A 120W = 20A 20A 100% de proteção
55A/h e 60MCR = 60A 240W = 40A 40A Sua bateria não estará 100% protegida e se houver um curto ela terá su vida útil diminuída
60A 420W = 70A — Necessita troca de bateria para uma de maior capacidade e fusível de 70A
140A 420W = 70A 70A 100% de proteção da bateria
95A 420W = 70A 10A um curto pode diminuir a vida útil da bateria
45A/h e 50MCR = 50A 180W = 30A 30A Problema da vida útil

Agora que já sabemos se devemos trocar de bateria e sabemos também o valor máximo da corrente que nosso sistema vai consumir podemos dimensionar os cabos de força.
Não existe fórmulas exatas para dimensionar os cabos, portanto utilizamos tabelas como esta:
segue link com as tabelas:
http://www.autosom.net/artigos/fuse_bat.htm
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Tabela de cabos de força
http://www.autosom.net/artigos/tab2.htm
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Tabela de cabos para falantes
http://www.autosom.net/artigos/tab1.htm
————————————————————————————–
Calculando fusível e bitola de cabo de força
http://www.autosom.net/artigos/calc_fuse_cabo.htm

Post: http://www.golquadrado.com.br/forum/viewtopic.php?t=2569

ago 25
Caixas Acústicas – By Oxy Enviado por admin

A Caixa Acústica


Closed Box

Vented Box

BandPass Box
4a ordem

Iso PushPull Box
4a ordem

BandPass Box
6a ordem

Push Pull
6a ordem

Pull Pull Vented

Pull Pull Closed

Cada uma delas tem características própiras e se prestam melhor a determinados fins.
4a ordem e 6a ordem indicam o grau de atenuação da caixa

Woofers e Subwoofers requerem para seu correto funcionamento, instalação dentro de caixas acústicas adequadas às suas características eletro-mecânicas. A caixa acústica permite ao alto-falante trabalhar em condições ideais, reproduzindo sons com eficiência e qualidade, sem riscos de danos por excesso de excursão.
Uma caixa acústica corretamente calculada e construída, realça a performance do woofer/subwoofer, aumentando a intensidade do som, a potência aplicável e a resposta de transientes.
A Caixa acústica isola a parte dianteira da parte traseira de um alto-falante. Toda fonte de áudio emite radiação sonora para frente e para trás, simultaneamente, mas com polaridades diferentes, isto é, a onde que sai por trás do falante é inversa à onda que sai da frente do falante ou simplificando, defasagem de 180 graus. Portanto como as polaridades das propagações são opostas, fica impossível, sem a caixa, evitar o cancelamento de ondas.
Nas baixas freqüências, o cancelamento de ondas é ainda mais prejudicial à qualidade final do áudio porque a propagação das ondas é extremamente difusa, superior a 180 graus. Portanto é o volume da caixa que determina a frequência de sintonia do sistema “caixa-falante”. Uma caixa acústica pequena demais jopga a frequência de sintonia para cima, deformando a resposta fazendo o sistema gerar distorções e aumentando o risco de o falante queimar
O cálculo da caixa acústica deve levar em conta os parâmetros Thiele Small do alto-falante, bem como o resultado final que se deseja. Se você está procurando graves bem pronunciados e até um pouco retumbantes, o tipo e o tamanho da caixa acústica e sua sintonia são diferentes do que os adequados a uma resposta de graves potente porém mais bem definida.
Além disso a performance de uma caixa acústica instalada dentro de um veículo, difere substancialmente de seu comportamento em uma sala residencial. Por este motivo, caixas acústicas calculadas utilizando softwares convencionais, apresentam resultados bastante diferentes dos esperados, quando instaladas dentro de um veículo.
O interior de um automóvel pode ser considerado como um campo de pressão, cuja tendência é de reforçar os sons graves, sendo este reforço tanto maior, quanto menores forem o volume interno do veículo e a frequência reproduzida.
Para o cálculo do volume da caixa acústica, será preciso dos:

- Fs
- Qts
- Vas
- Xmax
- SPL

Com a posse desses parâmetros, você pode adquirir qualquer:
Programa para cálculo do volume da caixa disponível na Internet.
Existe vários tipos de caixas acústicas, a escolha de uma caixa acústica depende de sua utilização. Para tanto deve-se levar em consideração as características de cada caixa.

Os tipos de de caixa acústica

Closed Box (Selada)
Excelente resposta a transientes
principalmente para valores de Qtc inferiores a 0,7 situação em que a resposta de graves é prejudicada ( F3>Fc: Frequência de Ressonância ou pico da caixa)
Resposta de frequência plana
Baixa distorção em toda a faixa
Pouco reforço em baixa frequência
Utiliza alto-falantes de alta excursão. (por ter volume interno fixo a caixa evita excursões exageradas do falante, diminuindo o volume em 15% é possível aplicar até 30% a mais de potência)
Suportam altas potências sem que se aumente o risco de danificar o alto-falante na mesma proporção.
Ideal para quem deseja um grave puro e profundo
Bom para Pop, Dance, Heavy Metal e Rock. (músicas com batidas de impacto)
O volume da caixa Closed podem variar com os seguintes resultados:
- Volume menor:
Frequência de sintonia sobe;
Resposta de graves menos estendida, menos plana;
Graves mais acentuados;
Potência aplicável maior;
Som mais “duro”, grave de ataque;
- Volume maior:
Frequência de sintonia desce;
Resposta de graves mais estendida (baixas frequências);
Resposta mais plana;
Potência aplicável menor;
Graves mais profundos e mais natural;

Vented Box (Dutada)
Resposta de graves estendida
Alto SPL
Boa resposta a transientes
Baixa distorção na frequência de sintonia
Para quem deseja graves reforçados
O duto permite acentuar a resposta de graves em torno da frequência de sintonia Fb
O duto pode ser interno, parte interna parte externa à caixa e curva, basta manter o comprimento exigido pelo projeto
Possui resposta transitória inferior à da caixa fechada.
Permite muita frexibilidade de projeto, justamente pela variação de sintonia do duto. Este tipo de sistema promove um ganho de cerca de 3 dB a mais que uma caixa selada. Pode ser alinhada para uma resposta mais agressiva em baixa frequência, atuando também no controle de excursão do alto-falante. O duto pode possuir qualquer formato. A sintonia é feita através do volume total do duto, também chamado de pórtico.
Bom para Jazz, MPB, Clássico, Pop, Axé, Pagode. (músicas com graves estendidas)
A excursão do cone na frequência de sintonia Fb fica extremamente reduzida, e cresce para frequências abaixo de Fb.
O duto funciona como uma espécia de emissor sonoro, contribuindo de forma significativa nas respostas de baixas frequências . O duto também faz com que o deslocamento do cone seja reduzido, permitindo o uso de falantes de maior sensibilidade ( cone de menor massa e bobina com enrolamento de menor altura = conjunto móvel mais leve e eficiente).
Caixa Vented e Bandpass
Nas caixas vented e bandpass, tanto os volumes quanto as dimensões dos dutos são críticas e não devem ser alteradas, sem cuidadoso recálculo. O diâmetro dos dutos pode ser alterado, desde de que seu comprimento seja ajustado proporcionalmente. Quanto maior for o diâmetro do duto, tanto maior deverá ser o seu comprimento.

BandPass
Resposta de graves extendida
Banda de frequência definida
Boa resposta a transientes
Alto SPL
Alta potência
Esse tipo de caixa acústica comporta-se como um filtro acústico passa faixa, sendo do tipo radiador indireto ( o alto-falante não transmite diretamente). Possibilita a obtenção de rendimentos superiores ao de referência do alto-falante, o que não acontece com as caixas do tipo radiador direto (caixa fechada, refletor de graves, etc).
Utiliza duas câmaras, onde a primeira envolve a parte de depressão do alto-falante (traseira) e possui 2/3 do volume total da caixa. A segunda envolve a parte de pressão (frente) e utiliza 1/3 do volume total. A primeira câmara estabelece o corte FL (frequência de corte inferior) e a segunda o corte FH (frequência de corte superior). Este sistema acústico possui uma resposta muito definida e agradável nos graves, controlando muito bem a excursão do cone do alto-falante.
Bom para todos os tipos de música.

Isobaric Push Pull
Neste tipo de caixa acústica dois alto-falantes trabalham com suas zonas de pressão fechadas um contra o outro, ligados em oposição de fase. Enquanto o cone de um dos falantes puxa, o do outro empurra.
Possui resposta agressiva nas baixas frequências e utiliza alto-falantes de alta fidelidade
Esse sistema consistem em uma associação em série, acusticamente falando, de dois alto-falantes idênticos. O alto-falante resultante terá os mesmos valores de Fs e Qts, mas apenas metade do Vas, O resultado disso é que o volume Vb, exigido pela caixa, cai pela metade, assim como o rendimento, que é a grande desvantagem desse sistema. No caso da montagem isobárica push pull, a distorção diminui, devido ao cancelamento proporcionado pela ação complementar das bobinas, deslocando-se no campo magnético.
Bom para Pop, Dance, heavy Metal e Rock.

Isobaric Pull Pull
Dois alto-falantes trabalham, um “olhando” para a parte posterior do outro, fechados entre si por uma pequena câmara, mas ambos em outra câmara selada ou com duto. Este sistema promove ganho de SPL (nível de pressão sonora).
Possui as mesmas propriedades do Iso Push Pull, exceto quanto a distorção. Alto-falantes com orificio de ventilacao traseira não são recomendados para essa aplicação.
Bom para Pop, Dance, Heavy Metal e Rock.

Construção da caixa acústica
- Volume: Calcular as dimensões da caixa, levando em conta suas dimensões internas e também o volume ocupado pelo alto-falante que deve ser descontado. A fórmula para o cálculo do volume de um cubo:
Volume de cubo(litros) = [ Altura (cm) x Largura (cm) x Profundidade (cm) ] / 1000
Para uma caixa trapezoidal : Primeiro deve-se calcular a área de um dos lados paralelos trapezoidais, depois multiplique pela largura da caixa e depois divida por 1000
Área do trapézio = [ ( base maior + base menor) / 2 ] * Altura
Volume da caixa trapezoidal (litros) = ÁreaDoTrapézio * Largura / 1000
O volume ideal leva em consideração os marâmetros thielle small de cada subwoofer e pode ser calculado com a ajuda de alguns programas de computador.

- Forma: A forma geométrica de uma caixa acústica pode influenciar em sua resposta de frequência e rendimento no interior do carro. Isto ocorre devido à formação de ondas estacionárioas, as quais provocam defasagens e cancelamentos de frequências. Para evitar a formação de ondas estacionárias, devem ser evitadas medidas iguais ou múltiplas para a altura, largura e profundidade (como uma caixa quadrada) e se possível utilizar paredes não paralelas. Podemos citar como exemplo uma caixa do tipo cubo, esta não seria uma boa caixa, já que possui ângulos iguais e paredes paralelas. Já na caixa trapezoidal estaria próxima ao ideal.

- Reforço: Para funcionamento adequado, as paredes da caixa acústica devem ser rígidas não devendo vibrar devido às altas pressões internas geradas pelo alto-falante O uso de materiais antiruídos e reforços internos unindo painéis opostos ajudam a manter a boa estrutura da caixa. Assim a caixa acústica final deve ser extremamente sólida para não vibrar, assim melhora-se o rendimento do conjunto caixa/falante

- Madeira: Recomenda-se utilizar aglomerado de média densidade (MDF, uma madeira que parece ser feito de pó de madeira prenssado com ótima resistencia) ou madeira aglomerada ou compensada com espessura mínima de 15mm. Uma caixa ideal deve ser construída com material que tenha bons níveis de absorção, amortecimento e isolamento acústicos. Caixas moldadas em fibra de vidro ou qualquer outro tipo de resina, além da falta de amortecimento, elas vibram com mais facilidade diminuindo o rendimento do conjunto.

- Vedação: A vedação da caixa é um dos ítens mais comprometedores para um bom funcionamento da caixa acústica. Para que isso possa ser evitado, deve-se utilizar silicone nos cantos onde possam existir vazamentos. As juntas devem ser colocadas e aparafusadas e deve-se aplicar internamente um filete de borracha de silicone para obter perfeita vedação. Deve-se também utilizar massa de calafetar ou guarnição de espuma de borracha entre o alto-falante e a caixa acústica para evitar vazamentos de ar.

- Forração interna: Tem como objetivo minimizar reflexões internas do som e ressonâncias, pois estes aumentam o fator de amortecimento da caixa, ela deve ser totalmente revestida em seu interior com lã de vidro de baixa densidade ou espuma de poliéster ou lã de poliéster.
A função do revestimento interno é aumentar o fator de amortecimento da caixa, para que não sejam introduzidas colorações e distorções provocadas por ondas estacionárias. O revestimento interno melhora muito a condição de filtro da caixa acústica, para algumas frequências, mas cada sistema acústico possui as suas peculiaridades, quanto ao tipo e quantidade de material fono-absorvente. O revestimento interno também contribui para graves mais perfeitos e timbres mais suaves, mas introduzem perdas de energia acústica.

- Forração externa: A superfície externa da caixa pode ser pintada ou revestida com carpete (colada com cola de sapateiro, amarelo) ou curvin (couro sintético).

- Dutos: Os dutos devem seguir uma relaçao de comprimento x diâmetro para que atue em uma determinada frequência. O duto pode ser totalmente interno à caixa, parte fora parte dentro da caixa e pode ser curvo (como se fosse um duto reto entortado);

- Fixação: Devido ao alto peso de alguns alto-falantes, a fixação à caixa acústica deve ser feita com parafusos auto-atarrachantes do tipo philips (imagine se fosse chave de fenda e este escapasse direto pro cone do subwoofer….) de diâmetro e comprimento adequados e em número igual aos furos existentes na carcaça.

- Local de fixação: A caixa de um subwoofer pode ser colocada em qualquer lugar do veículo, devido à propriedade não direcional das baixas frequências. No entanto o alto-falante ( ou duto, no caso de caixas vented ou band-pass) deve manter uma distância mínima de 5cm de qualquer material que possa obstruir a passagem de som.

GLOSSÁRIO
Excursão: – Movimentação positiva e negativa do conjunto bobina/cone.
Resposta a Transientes: – Capacidade do alto-falante em retornar a sua posição anterior (em repouso), o mais rápido possível após a interrupção do som.
Thiele-small: – Parâmetros de um alto-falante necessários para a construção de uma caixa acústica. Esse é o nome de duas pessoas que criaram estes parâmetros para alto-falantes, Neville Thielle e Richard H. Small
MDF: – Aglomerado chileno, madeira de composição rígida, formado por pó fino de madeira aglomerada muito rígida.
Ondas Estacionárias: – São ondas que se formam devido ao uso de paredes paralelas e ângulos iguais, as quais causam defasagens e inversões de fase, dentro da caixa acústica.

página para calcular caixas
http://www.autosom.net/artigos/box_design.htm

Créditos: Autosom.net

Post: http://www.golquadrado.com.br/forum/viewtopic.php?t=2459

ago 23

Evitando a queima de amplificadores
Vamos mencionar algumas dicas para evitar a queima de amplificadores:

- Se seu amplificador suporta o mínimo de 4 Ohms, nunca utilize falantes de 2 Ohms ou que a associação de mais falantes resulte abaixo de 4 Ohms;
- Se está escrito que seu amplificador faz bridge a 4 Ohms somente, não utilize subwoofers de 2 Ohms ou dois de 4 Ohms em paralelo;
- Se a impedância mínima suportada em estério de um amplificador for 2 Ohms, provavelmente o mínimo em bridge será 4 Ohms;
- Se o bridge mínimo for de 2 Ohms, em estério o mínimo será de 1 Ohm;
- Utilize cabos adequados ao consumo de corrente do amplificador;
- Tenha uma bateria que aguente fornecer o tanto de corrente que o amplificador necessita;
- Cuidado com a fiação dos falantes para que não ocorra curto-circuito;
- Cuidado com os fios conectados ao amplificador para que não ocorra curto-circuito nas saídas do amplificador;
- Instale o amplificador em lugar livre para facilitar o resfriamento, ou force-o utilizando ventoinhas;

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Qual amplificador que casa com meu(s) subwoofer(s)

Vamos descrever aqui, algumas regras básicas para se escolher um amplificador que case com seu(s) subwoofer(s).

1o – obedecer a impedância mínima especificada pelo amplificador
2o – casar a potência SUPORTADA pelo subwoofer com a FORNECIDA pelo amplificador

Se você tem um subwoofer de 4 Ohms que suporta 200W RMS, você precisa de:
- um amplificador que forneça 150 a 300W RMS a 4 Ohms, a impedância mínima pode ser 1, 2 ou 4 Ohms

se você tem um subwoofer de 2 Ohms que suporta 500W RMS, você precisa de:
- um amplificador que forneça 300 a 600W RMS a 2 Ohms, a impedância mínima pode ser 1 ou 2 Ohms

se você tem dois subwoofers de 4 Ohms que suporta 300W RMS, você precisa de:
- um amplificador que forneça 500 a 800W RMS a 2 Ohms (dois subwoofers em paralelo) , a impedância mínima pode ser 1 ou 2 Ohms

se você tem dois subwoofers com bobina dupla de 2 Ohms (cada bobina) e suporta 700W RMS total (350W cada bobina):
- um amplificador que forneça 1000 a 1600W RMS a 2 Ohms, a impedância mínima pode ser 1 ou 2 Ohms, mas ele tem que fornecer 1000 a 1600W a 2 Ohms

se você tem dois subwoofers com bobina dupla de 4 Ohms (cada bobina) e suporta 700W RMS total (350W cada bobina):
- um amplificador que forneça 1000 a 1600W RMS a 4 Ohms, a impedância mínima pode ser 1 ,2 ou 4 Ohms, mas ele tem que fornecer 1000 a 1600W a 4 Ohms

Veja o artigo ASSOCIACAO DE SUBWOOFER para saber mais sobre associação de subwoofers.

Caso você ligue uma associação de subwoofers abaixo da impedância mínima aceita pelo amplificador, este esquentará até danificar alguma parte do circuito.

Se o amplificador fornecer potência muito acima do suportado pelo subwoofer, você corre o risto de derreter a bobina do falante, caso o nível de distorção seja elevada e tocada por longo tempo. Mas se o amplificador fornecer pouca potência, você estará sub-utilizando seu subwoofer, você gastou dinheiro a toa e ele não tocará muito bem, pois o amplificador não tem força pra movimentar o conjunto de bobina e cone do subwoofer.

Seria como um carro 1.0 na ultrapassagem, ele não tem forças para fazê-lo satisfatoriamente. Mas com um carro 2.0, a ultrapassagem é tranquila. Com isso acabamos de explicar um pouco de como ter dinâmica na reprodução da música.

Os critérios adotados aqui são para a maioria dos usuários que são leigos no ajuste da sensibilidade do amplificador. Para aqueles que possuem equipamento para verificar distorção originado pela má regulagem da sensibilidade do amplificador, podemos escolher um amplificador com até 4x mais potência que a suportada pelo subwoofer. Mas a explicação deste fato merece outro artigo.

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O que é, pra quê e como regular o “ganho” de amplificadores

O que é:

Basicamente serve para ajustar a sensibilidade da entrada do amplificador à máxima tensão de saída fornecida pela unidade principal através dos cabos RCA.

Em outras palavras estaremos “contando” ao amplificador qual a máxima tensão de trabalho do cd-player ou outra fonte sonora.

O botão de “ganho” (ou sensibilidade) normalmente é parecido com um botão rotativo seja grande para ajuste manual ou pequeno do tamanho de um parafuso para ajuste através de uma chave de fenda. Está marcado com uma escala linear de 0 a 10 ou por tensões que variam do máximo ao mínimo aceito na entrada ou simplesmente não está marcado nada.


Controle de Ganho, Pra quê?

O controle de sensibilidade determina em qual volume da unidade principal o amplificador fornecerá a máxima potência para os falantes.

Conforme a regulagem, seu amplificador fornecerá potência máxima quando sua unidade principal estiver a 10%, 50% ou 100%,… do volume total, esse ajuste deverá ser feito apenas uma vez, casando sua unidade principal com o amplificador, independente da música que estiver tocando.

A boa regulagem evita distorções por ceifamento de onda ou clipagem do sinal. Conforme descrito mais abaixo.

Tecnicamente, o que ocorre?

Todo amplificador automotivo de 12 Volts, tem uma fonte de tensão simétrica, isto é, uma tensão positiva e outra negativa que é o limite da tensão de saída. Por exemplo, um amplificador pode ter uma fonte tensão de +20Volts e -20Volts. Portanto a saída terá uma variação de no máximo +20Volts e -20Volts.

Quando o amplificador estiver trabalhando perto do limite e o usuário aumenta o nível de grave, o amplificador tentará elevar a tensão de saída acima dos 20Volts, o que ocorre é o ceifamento da onda. Os picos e vales deixam de ser arredondados e passam a ser planos, sempre limitados nos +20Volts e -20Volts.

O que é essa tal de sensibilidade ou ganho?

Se o amplificador é muito sensível (ou o ganho está muito alto, ganho no 10, tensão no 0,5 Volts) indica que qualquer nível baixo de tensão na entrada, o amplificador vai estar gerando potência máxima na saída. Um nível de tensão muito grande na entrada estará gerando distorção na saída.

Se o amplificador não está muito sensível (ou o ganho está baixo, ganho no 1, tensão no 6 Volts) indica que para o amplificador fornecer a potência máxima, precisa de uma tensão considerável na entrada.

1 = menor sensibilidade 6 = menor sensibilidade
10 = maior sensibilidade 0.5 = maior sensibilidade

Problemas decorrentes de regulagem errada.

O principal problema é a distorção por clipagem ou ceifamento de onda de saída do amplificador.

Suponha que seu amplificador foi mal regulado e que a 50% do volume de sua unidade principal o amplificador forneça sua potência máxima, caso você eleve o volume da unidade principal acima dos 50%, pode ter a sensação que o som esteja tocando mais alto, em algumas partes da música ele até estará, mas nos picos, o amplificador estará distorcendo, sua forma mais comum é o ceifamento do pico do som, isto é, se analisarmos o som em um gráfico de tensão versus tempo, o que deveria ter o formato de um morro, montanha ou onda perfeita, terá um corte nos picos, deixando-as retas (vide figura 2). É o ceifamento da onda ou clipagem da onda, essa distorção é extremamente prejudicial aos falantes, podendo queimá-los, independente da potência, por exemplo, um falante de 100W RMS ligado a um amplificador de 50W RMS distorcido poderá queirmar ou ter sua vida útil diminuída.

Esta distorção também gera harmônicos em altas frequências, por isso que o tweeter é o primeiro a queimar, em seguida o midrange, midbass e por fim, o subwoofer.

Fig. 2 – Simulação de distorção por saturamento na entrada do amplificador (clipagem)

Se o amplificador for regulado para fornecer potência máxima a 130% do volume total da unidade principal, você estará sub-utilizando o amplificador, uma vez que este não terá uma tensão na entrada que o faça fornecer a potência total.

Desmistificando crenças populares

1. Um amplificador que tenha sensibilidade de 1,0 a 6,0 Volts na entrada RCA e forneça 100W RMS não irá produzir nenhum watt a mais se for ligado a uma unidade principal que forneça 6,0 Volts se comparado a um que forneça somente 1,0 Volt. Desde que esteja ajustado corretamente, nos dois casos o máximo de potência que o amplificador fornecerá será os 100W RMS. Para saber mais sobre as diferenças e vantagens do uso de diferentes tensões nas saídas RCA.

2. Colocar a sensibilidade no máximo, não faz o amplificador fornecer mais potência que o especificado pelo fabricante. O mesmo não é um circuito milagroso que forneça mais potência do que ele foi projetado.

3. A maioria das pessoas não tem percepção auditiva para constatar distorção abaixo de 10%, portanto, não esteja tão confiante no seu ouvido.

Informações necessárias para regulagem de sensibilidade de um amplificador

Primeiramente é bom saber qual a tensão da saída RCA (saída de baixo nível) da unidade principal e a faixa de trabalho da entrada do amplificador.

Exemplo de especificação:

Cd-Player 1:
Preout max output level/output impedance 2.2 V/1 k Ohm
Cd-Player 2:
Nível de pré-saída/impedância de saída 500mV/1 k Ohm
Cd-Player 3:
Preout level/Load 1800mV (Max.)/10K Ohms
Preout Impedance < 600 Ohms
Cd-Player 4:
Nivel de saida de linha/Impedancia: 2.0 V/20 k Ohms carregado (escala cheia)
Impedancia de saida:1 k Ohm
Cd-Player 5:
Maximum Pre-Output Voltage 4 V/10 k ohms
Maximum Pre-Output Voltage 2V/10k ohms

Amplificador 1:
Sensitivity (rated output) MAX 0,15 Volts MIN 3.0 Volts
Amplificador 2:
Input Sensitivity (for rated power
output) ………… 200mV to 4.0V (1.0V at center detent)
Input Impedance ……………………… Line in: 10k ohms<
Amplificador 3:
Sensibilidad/Impedancia de entrada
1,0 V/20 k. (0,3 V a 5,0 V, variable)
Amplificador 4:
Input Sensitivity/Impedance 1.0 V/20 k. (0.15 V to 3.0 V, variable)

Vamos supor algumas situações: Unidade principal com saída de 0,5 outro com 6,0 volts e um amplificador com entradas de 0,5 a 6,0 volts.

Caso 1:
cd-player (volts) 0.5
amplificador (volts) 0.5 a 6 ou 10 a 0 (escala linear)
ajustar sensibilidade/ganho no máximo = 0,5 Volts ou 10 na escala linear

Caso 2:
cd-player (volts) 6
amplificador (volts) 0.5 a 6 ou 10 a 0 (escala linear)
ajustar sensibilidade/ganho no mínimo = 6 Volts ou 0

Caso 3:
cd-player (volts) 8
amplificador (volts) 0.5 a 4 ou 10 a 0 (escala linear)
ajustar sensibilidade/ganho no mínimo = 4 Volts ou 0

Temos duas situações de regulagem da sensibilidade do amplificador, no primeiro caso, deve estar próxima do ganho máximo ( 0,5 Volts ou 10 na escala linear), pois precisará da sensibilidade máxima para atingir seu auge partido de uma pequena tensão de 0.5 Volts da unidade principal.

No segundo, a sensibilidade deve estar no mínimo ( 6 Volts ou 0 (zero) na escala linear ), pois temos uma tensão relativamente alta na entrada, necessitando um ganho mínimo do amplificador.

Já no terceiro caso você também regula o amplificador na sensibilidade mínima mas não poderá aumentar o “volume” do cd-player acima de 50%, pois acima desse patamar, o player estará jogando sinal com mais de 4 Volts o que fará o amplificador distorcer.

Problemas com incompatibilidade de equipamento

caso 1 caso 2
CD-player, saída RCA (volts) 0.5 6
Amplificador, faixa de entrada (volts) 1 a 6 0.5 a 4
Ajustar sensibilidade máximo = 1 Volt mínimo = 4 Volts

Caso 1. Unidade principal com saída de 0,5 volts e amplificador mosfet com entrada de 1,0 a 6,0 volts.
O amplificador nunca fornecerá a potência máxima, pois a unidade principal não possui tensão suficiente para excitá-lo ao máximo.

Caso 2. Unidade principal com saída de 6,0 volts e amplificador mosfet com entrada de 0,5 a 4,0 volts nos RCA.
O melhor ajuste é deixar o amplificador na sensibilidade mínima (4 volts), note que por ser uma tensão inferior a máxima do CD-player, o amplificador vai estar distorcendo nas passagens de maior intensidade da música ou no volume acima de 75%, pois ultrapassa a sensibilidade do amplificador.

Ajuste da sensibilidade (ganho):

1o modo, de ouvido:

As configurações da unidade principal devem estar com o Loudness desligado, Fader, balanço, bass, treble, mid todos os ajustes de som no zero. Colocar o volume da unidade principal em 2/3 do total (se ele tem volume de 0 a 30 ajuste a 20, se ele vai de 0 a 70, ajuste a 46). Esse valor de 2/3 está relacionado a distorção harmônica THD que aumenta muito acima de 2/3 da potência total.

Após regulado, você não poderá aumentar o volume acima dos 2/3, salvo casos em que o cd tenha músicas muito atenuadas.

Mas esse valor de 2/3 do volume não será válido para conseguir a potência total do amplificador se a tensão nominal do cd-player for igual a mínima tensão aceita pelo amplificador, nesse caso, deixe o volume do cd-player no máximo. Exemplo: cd-player com 0,5 Volts e amplificador que suporta 0,5 a 6,0 Volts. A 2/3 do volume do player, ele fornecerá aproximadamente 0,3 Volts

Iniciando os teste pelos falantes estéreo:

O tipo de música recomendada é aquela que não tem reforços nos graves, cantores como Madonna e Michel Jackson são alguns exemplos. Generalizando são as músicas que tem voz masculina e feminina.

Com o ajuste da sensibilidade do amplificador no mínimo, aumente-a até ouvir distorção, então diminua o ganho, pois a percepção de distorção humana é ruim e só percebemos altas distorções. Afaste-se do carro aproximadamente três metros e tente ouvir alguma distorção, caso positivo, diminua um pouco a sensibilidade. Com três metros de distância nossos ouvidos estão menos suscetíveis às influências do interior do carro facilitando a percepção de distorção.

Mantenha os canais estério deste modo e aumente a sensibilidade do amplificador do subwoofer até a uma intensidade sem distorção mas compatível com a dos falantes estéreo, buscando o equilíbrio tonal do sistema sem que nenhuma freqüência se sobresaia, conseguindo assim um som harmônico.

Afaste três metros e escute novamente, se perceber distorção, abaixe a sensibilidade do subwoofer, repita esta operação até o som estar harmônico.

Após isto abaixe um pouco mais a sensibilidade dos canais estério e do subwoofer, mantendo a mesma proporção, para que exista uma margem para os ajustes finos que poderão ser feitos pela unidade principal como o Grave, Agudo, Médio, etc.

Se você deixar a sensibilidade alta, quando a unidade principal estiver num volume baixo você terá o amplificador fornecendo intensidade máxima, se aumentar mais o volume da unidade, o amplificador vai gerar distorção nos picos da música que acarretará na queima dos falantes/subwoofer, como escrevemos no início.

2o modo, com computador:

Utilizando um computador para monitorar a forma de onda no falante/subwoofer, podemos monitorar a forma de onda na saída do amplificador, portanto um método mais exato do que a percepção humana de escutar e tentar descobrir que o sinal está distorcendo.

Material:
1. Unidade principal (CD-Player, Toca-fitas, Disqueteira, MP3-player, Disk-man)
2. Cd com faixas de freqüências fixas de 60Hz e 1KHz, ou utilizando a saída da placa de som e software de geração de freqüências.
3. Placa de som do computador com entrada auxiliar (entrada de linha (line-in))
4. Software de simulação de osciloscópio no computador (Ex: trueRTA , The oscilloscope osci)
5. Circuito atenuador para ligar a saída do amplificador na entrada auxiliar do computador
6. Multímetro (true rms opcional)

Fig. 3 – imagem do esquema elétrico e de ligações
Observações:
- (1) – Preste atenção para não fornecer mais que 1 Volt AC na placa de som, pois queimará. Primeiro meça a tensão, somente depois insira na placa de som;
- (2) – A parte negativa deve ser ligado na malha externa e o sinal positivo no fio interno;
- (3) – Ligue o fio positivo em ambos os conectores tornando o sinal mono, isto é, igual para os dois canais;
- (4) – Utilize um potenciômetro linear, pois há no mercado potenciômetros logarítmicos;
- (5) – Não estamos utilizando carga na saída, pois entendemos que a saturação acontece na etapa de entrada do amplificador e não depende da corrente consumida pelo amplificador em carga.

Detalhamento dos componentes do Circuito Atenuador:
- 1 plugue P2 estéreo
- 2m cabo coaxial (uma via, blindada)
- potenciômetro 10K Ohms linear
- resistor 100K Ohms 1/4 watt

Os meios de conexão entre o fio que vai para o amplificador e a ligação do cabo coaxial no circuito atenuador fica a seu critério, podem estar diretamente soldados. No exemplo abaixo, utilizei conectores RCA.


Fig. 4 – Protótipo do circuito atenuador utilizado nos testes

As configurações da unidade principal devem estar zeradas: Loudness desligado, Fader, Balanço, bass, trebre, mid, enfim todos os ajustes de som no zero.

Utilize freqüência de 60Hz para o canal com passa-baixa e 1kHz para o canal com passa-alta.

Com todo o material em mãos:
- ajuste a sensibilidade do amplificador no mínimo;
- ligue a alimentação do amplificador;
- ligue a alimentação do cd-player;
- ligue a saída RCA do cd-player na entrada RCA do amplificador;
- a saída do amplificador deverá estar sem carga, isto é, sem falante ou resistência, e deve ser ligada ao circuito atenuador;
- ajuste o volume do player em 2/3 ou no máximo caso você não escute CDs de música clássica;
- ajuste o potenciômetro para que a tensão não ultrapasse 1 Volt AC medido no multímetro.
- conecte o plugue na placa de som; somente ligue o plugue na placa de som quando você tiver certeza que o sinal não é superior a 1 Volt;

- vá aumentando a sensibilidade do amplificador, o sinal irá aumentar, ajuste simultaneamente o potenciômetro para que a tensão não ultrapasse 1 Volt, com isso, aumentando a sensibilidade do amplificador, a tensão irá subir, mexa no potenciômetro fazendo a tensão diminuir. O importante é a forma de onda, não a tensão na saída do amplificador. Lembrando que não devemos inserir sinal acima de 1 Volt na entrada da placa de som.
- repita o procedimento de aumentar a sensibilidade do amplificador e diminuir a tensão no potenciômetro até enxergar distorção;
- quando visualizar distorção, retorne um pouco o ganho e pronto. Este canal está regulado, repita este procedimento para todos os canais do amplificador com isso você garante que não vai ter sinal distorcido queimando seus falantes.

Observação: distorção também poderá ser gerada pela placa de som, o princípio é o mesmo do amplificador. Uma tensão acima da suportada entrando na placa de som, gera distorção na tela e na saída amplificada de seu coputador. Assim como a entrada de uma tensão acima da suportada pelo seu amplificador, gera distorção na saída amplificada.




Fig. 4 – imagens obtidas na saída de um amplificador com sensibilidade máxima e aumentando o volume do CD-Player que vai até 30

3o modo, com osciloscópio:

Material:
1. Gerador de sinais de bancada
2. Osciloscópio
3. Multímetro true rms pra ajudar na medição

O procedimento é parecido com o 2o modo e não será detalhado aqui. Acreditamos que pra quem tem esse tipo de equipamento, o procedimento é trivial.

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Como fica um amplificador queimado


Detalhes da especificação do amplificador

Como ficou a parte de baixo do amplificador

os transistores FET que queimaram, tem um buraco no componente

Vista da placa, note no canto superior direito que ficou tudo preto por dentro e um cheiro muito forte de queimado

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Em que consiste a ligação Bridge?

Consiste em ligar o positivo do SubWoofer na saída positiva do canal esquerdo e o negativo do SubWoofer na saída negativa do canal direito, ou vice-versa.
- Essa ligação não é aceita em módulos do tipo Booster
- Em alguns amplificadores é necessário mover chaves e configurar crossovers. Verifique sempre seu manual.
- Assim você tem uma saída mono com cerca de 3 vezes mais potência do que numa ligação comum em estério.
- A maioria dos amplificadores aceita uma mínima impedância de 4 Ohms nesta ligação, mas em alguns amplificadores, chamados de alta corrente, podemos ligar uma associação de SubWoofer com 0,5 Ohms podendo chegar a até 10 vezes mais de potência fornecida pelo amplificador comparando com uma ligação comum em 4 Ohms (caso do Audio Art 100HC).
- Em alguns amplificadores como o 4.6x da Rockford Fosgate é necessário inverter a polaridade do SubWoofer em relação à polaridade de saída do amplificador caso esteja utilizando crossover passa-alta para os falantes da frente e passa-baixa para o SubWoofer.
- Verifique sempre o manual do amplificador para se certificar se ele aceita este tipo de ligação e como fazer a correta ligação em modo Bridge.
- Geralmente os amplificadors MOS-FET trabalham com tensões de -28 Volts a 0 volts e 0 a +28 Volts na ligação estério (2 canais) e na ligação bridge (1 canal) a tensão varia de -28 a +28 Volts.
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Mega-capacitores

Pra que servem

Basicamente servem para suprir a necessidade dos amplificadores nas rápidas requisições de corrente elétrica, isso ocorre nas batidas da música, essa necessidade não é suprida pela bateria, pois sua construção não permite que ela responda com uma velocidade compatível com a velocidade de variação da música.

Em analogia com o carro, seria como o sistema de (óxido nitroso), sendo requisitando quando necessita de mais velocidade. A música pede que você esteja a 150Km/h mas você está a somente 100Km/h, liga o e rapidamente você alcança a música.

Existem dois casos onde o capacitor entra em funcionamento. No primeiro caso, imagine uma música com batidas secas (pah!) e rápidas. Isso causa um pico de consumo de corrente. Nesse momento o capacitor entra em ação fornecendo corrente suficiente para essa requisição momentânea, descarregando mais rápido do que a velocidade da bateria para suprir essa demanda de corrente, logo depois o capacitor se carrega, até antes da próxima batida seca.

Num segundo tipo, imagine uma música com batidas longas (buuuuuuuummmm, buuuummmmmm). Isso causa um pico de consumo, mas mais prolongado. O capacitor se descarrega rapidamente, antes de teminar a batida. Nesse momento a bateria precisa carregar o capacitor e também fornecer corrente para o amplificador.

Quando preciso usar?

Detectamos que um sistema necessita de um mega-capacitor quando a bateria já está bem dimensionada e mesmo assim as luzes do carro piscam no ritmo das batidas da música (lanternas, luzes do painel, luz interna do carro, etc) Mas atenção, esse mesmo problema ocorre quando a bateria está fraca, normalmente após 2 anos de uso da mesma.

Quanto preciso?

A rigor, a proporção é de 1 Farad para cada 500W RMS de áudio ou 1000W elétricos. Ambos equivale a dizer 83 Ampéres de corrente consumidos por um amplificador de 500W classe AB com eficiência de 50%.
Caso utilize pouca capacitância para uma potência sonora maior (1 Farad para mais de 1000W RMS) , há risco do capacitor nem fazer diferença no seu sistema.

Como são e como funcionam

Os Megacapacitores são capacitores de grande capacidade, tem a definição de mega porque um Farad é equivalente a um milhão de Farads, os valores comerciais mais comuns de capacitores são de 1uF (um microfarad) a 470uF (valores derivados de 1, 2.2, 4.7, 6.8 são os mais comuns), são necessários mais de 2000 capacitores de 470uF para se conseguir um valor de 1 Farad.

São totalmente lacrados portanto podem ser utilizados na horizontal, vertical ou de ponta cabeça. A única restrição na instalação é não obstruir uma saída de ventilação que previne a explosão do mesmo caso a temperatura interna aumente o que acontece quando utilizado acima da tensão nominal ou ligado invertido.

A tensão de isolamento do capacitor indica que acima dessa tensão o capacitor pode entrar em curto. Para uso automotivo, uma tensão de 16 a 20 Volts está bom, acima disso é desperdício e terá uma carga devagar, não sendo eficiente para uso em áudio. Resumindo, um capacitor com isolamento de 250Volts tende a carregar mais lento que outro com isolamento de 20Volts, como queremos rapidez, o melhor é o de 20Volts.

O Megacapacitor é carregado pela bateria e descarrega corrente para o amplificador nos momentos das batidas das músicas, cessando a batida, o capacitor se carrega rapidamente em milésimos de segundo.

Capacitor não é bateria. O Megacapacitor é um acumulador de cargas, portanto, ele vai fornecer elétrons na mesma proporção que foi carregado com elétrons, não é igual a uma bateria que é uma fonte de elétros por geração química.

Como usar

* Carregando o capacitor
Material necessário:
- 20 e 40 Ohms x 1 Watt ou mais potente (ideal 5W pra mais)
ou
- lâmpada de 12 Volts 5 a 20 Watts

Primeiramente, o capacitor deve ser carregado antes de ser instalado no sistema, utilize um resistor entre 20 e 40 Ohms x 1 Watt ou mais potente, até mesmo uma lâmpada de 12 Volts utilizado nas lanternas serve como resistor.

Ligue o terminal negativo (ou também chamado terra) do capacitor num fio que esteja aterrado na lataria no carro, ou negativo da bateria. Depois ligue um terminal do resistor no terminal positivo do capacitor e o outro terminal do resistor num fio que tenha +12 Volts.

Veja no final, os passos da carga de um mega-capacitor.

Não segure o resistor com o dedo pois ele esquentará no processo de carga e você poderá queimar o dedo.

Outra forma de carregar o capacitor é retirar o fusível de seu sistema, instalar o capacitor no lugar definitivo e colocar um resistor no lugar do fusível somente para carregar o mega-capacitor, quando estiver feito, retire o resistor e coloque o fusível no lugar.

* Ligando o som após a carga
Você pode testar seu som depois de uns 2 minutos depois que o megacapacitor estiver carregado.

* Comprovando a carga
O processo de carga dura de alguns segundos a 15 minutos, quanto maior a resistência mais demorado será a carga. Quando a tensão sobre o capacitor se iguala com a da bateria indica que o capacitor se carregou completamente.
Você pode medir a tensão no capacitor com um multímetro na posicão Volts DC, coloque a ponta de prova positiva no terminal positivo do capacitor e a ponta de prova negativa no terminal negativo do capacitor, quando a tensão do capacitor estiver aproximadamente 11 volts, você já pode considerar que o capacitor esteja carregado o suficiente para instalá-lo no sistema.
Se estiver utilizando uma lâmpada, você saberá que o capacitor está suficientemente carregado quando a lâmpada se apagar.

O carro pode estar com o motor desligado ou ligado, não influencia em nada.

Após a carga, retire o resistor e ligue o fio positivo no terminal positivo do capacitor. Pronto, seu capacitor está ligado no sistema sem nemnhum dano.

* Se não carregar o capacitor antes?
Se não fizer a carga, e instalar o megacapacitor descarregado diretamente na fiação, uma faísca saltará entre o fio e o terminal do capacitor danificando o terminal. Isto é, vai fazer um buraco no metal e vai ficar preto na região.

* Onde instalar



Quando o capacitor é desligado da alimentação, o display continua acesso consumindo os elétrons armazenados no interior do capacitor e a tensão pode cair na proporção de 0,1Volts a cada 15 segundos.

* Atenção se a bateria for removida
Caso um dia você remova a bateria ou desconecte todo o sistema da bateria. O capacitor deve ser desconectado e depois de instalado a bateria você deve carregar novamente o capacitor antes de ligá-lo no sistema.

Associação de Capacitores

Vocês podem associar 2 capacitores ou mais. Para isso, eles devem ser ligados em paralelo. Isto é, positivo com positivo e negativo com negativo. Com isso a capacitância será somada, mas a tensão máxima de trabalho se mantêm, pois os capacitores estarão submetidos a uma mesma tensão.

Tensão no display

A tensão mostrada no display digital do capacitor é a rigor a tensão no capacitor. Que será a mesma no amplificador e na bateria caso a resistência dos cabos de força forem despresíveis, isto é, se foram bem dimensionadas.

Se o cabo de força não for bem dimensionado a tensão oscilará de acordo com a oscilação da corrente consumida, que varia de acordo com as batidas da música. Quanto maior a resistência do cabo de força, maior essa variação.

Vamos supor um cabo de 13mm2, que tem 1,27 Ohms num pedaço de 1000 metros. Utilizando 5 metros, teremos 0,00625 Ohms.
Vcap = Vbat – Vcabo
(tensão no capacitor igual a tensão na bateria – tensão perdida no cabo)
Vcap = Vbat – RxI
(tensão no capacitor igual a tensão na bateria – resistência vezes a corrente)

Assim, numa variação de 20A a 80A teremos variações de tensão de:
Vcap = 12 – 0,00625 x 20 = 11,875 Volts (variação 1% na tensão para 20A de corrente)
Vcap = 12 – 0,00625 x 80 = 11,50 Volts (variação 4.2% na tensão para 80A de corrente)
partindo de uma bateria em 12 volts
Isto indica que apesar da bateria fornecer 12Volts, dependendo da corrente, você terá perda de tensão no cabo. Por isso você terá 11,5 Volts no amplificador. 0,5Volts foram perdidos no cabo.

Num cabo de bitola menor, a resistência do cabo é maior com isso a variação será maior, mas se o cabo for super-dimensionado diminindo ao máximo a resistência do cabo, a variação seria mínima.

Mitos

O megacapacitor não eleva a tensão para mais do que lhe é fornecido.

O pico de corrente que o megacapacitor poderá fornecer, não queima o amplificador, pois esse pico somente ocorre quando necessitado.

Como é um megacapacitor


Medindo a tensão na fonte de alimentação. 12,05 Volts

Ligamos o terra da alimentação e o terra do multímetro no capacitor.
Ligamos também um resistor no terminal positivo do capacitor.

Ligamos o positivo do multímetro no terminal do capacitor

Preparamos para ligar a alimentação positiva no resistor

Logo após conectar o positivo, o relê interno vai zumbir e o multímetro mede 2,54 Volts no capacitor instantaneamente.

Após 30s, é medido 5,15 Volts e o Led está bem aceso.

Após 40s, é medido 6,62 Volts e os pontos do display começam a piscar

Após 60s, é medido 9,78 Volts e começa aparecer “Lo.” no display

Após 70s, é medido 10,07 Volts e o display começa a mostrar a tensão.

Após 70s, é medido 10,30 Volts e o relê começa a ligar e desligar rapidamente.
Neste momento podemos ligar a alimentação diretamente no capacitor. Desde a conexão da energia no resistor, gastamos uns 80s.

Após ligar a alimentação direta, a tensão sobe rapidamente.

Tensão estabilizada em 12 Volts praticamente após 90s após alimentarmos o capacitor através do resistor.

Depois de um tempo, medimos a corrente que circula pelo capacitor. 134,8mA.

Desligando a alimentação observamos a tensão cair 0,1 Volts a cada segundo, até o display apagar quando atingir 10,3 Volts.

Créditos: Autosom.net

Post : http://www.golquadrado.com.br/forum/viewtopic.php?t=2401

ago 21

Posicionamento de um subwoofer

(Obs – Apenas p/ caixas seladas e dutadas)

O posicionamento de um subwoofer no porta-malas do carro pode ter efeitos muito diferentes. Muita gente já experimentou colocar uma caixa no porta-malas e em alguns carros o resultado era bom e em outros ruim. Alguns instaladores, por tentativa e erro, chegaram à conclusão de que na maioria das vezes a caixa no porta-malas produzia mais graves quando os subwoofers ficavam direcionados para o pára-choque traseiro. Sim, isto realmente é verdade, aliás é um dos melhores posicionamentos para subwoofers… Mas por que?

Existem muitas explicações para boi dormir:

” A onda sonora percorre um caminho maior quando os subs estão apontados para trás e por percorrer uma distância maior, o grave fica mais forte…”
” A onda sonora vai ter mais espaço para formar um ciclo completo…”

Estórias assim não convencem. Entretanto quem nunca ouviu um subwoofer de 12 ou de 15 polegadas reproduzir menos graves que um de 10 polegadas? Isto é realmente humilhante !!! Principamente se é o seu carro que tem o subwoofer de 12 ou 15 !!!

Como vocês já sabem, faço treinamentos de som automotivo e consultoria para lojas de som… Pois bem, em alguns treinamentos, alguns instaladores me perguntavam o porquê do grave que ficava “fraco” dentro do carro quando o porta-malas estava fechado e “forte”quando o porta-malas estava aberto, mesmo quando eles tinham feito uma caixa excelente . Já vi muitos carros com este problema, principalmente em veículos do tipo sedan (Opala, por exemplo). A grande pergunta é: Por que isto acontece e como evitar ?

Bem, abrindo-se o porta-malas permitimos que uma parcela dos graves escape para fora do carro… Deixar o grave ir embora dessa forma não deveria aumentar os graves dentro do veículo! Então, por que com o porta-malas aberto o grave dentro do carro ficava mais forte???

A resposta pode parecer estranha… Mas o grave que estava indo embora quando se abria o porta-malas era o que estava causando cancelamento quando se fechava o porta-malas!!! Isto é o que se chama de cancelamento acústico ou curto-circuito acústico (outro dia abordarei esse assunto).

Mudando-se o lugar da caixa e o posicionamento dos subwoofers dentro do porta-malas conseguia-se fazer com que houvesse uma melhora nos graves com aumento de SPL e com pequena diferença quando se abria o porta-malas.

Com relação ao posicionamento da caixa e dos subs, fiz o seguinte resumo para vocês:
1) Caixa encostada no banco traseiro com os subs voltados para a frente do carro = grave “fraco”dentro do carro com o porta-malas fechado e “forte”com o porta-malas aberto.
2) Caixa encostada no banco traseiro com os subs voltados para a traseira do carro = grave “forte”dentro do carro com o porta-malas fechado e um pouco melhor com o porta-malas aberto.
3) Caixa encostada na parte de trás do porta-malas (mais próxima do pára-choque) com os subwoofers voltados para a parte da frente do carro = grave “muito forte” com o porta-malas fechado e sem diferença audível com o porta-malas aberto.
4) Caixa encostada na parte de trás do porta-malas (mais próxima do pára-choque) com os subwoofers voltados para o pára-choque traseiro = grave “extremamente forte” com o porta-malas fechado e um pouco mais fraco com o porta-malas aberto.

O xactautosound projeta sempre excelentes caixas acústicas (os clientes que já montaram em um carro um projeto do xact sabem do que estou falando – se você ainda não montou, não sabe o que está perdendo…). Para você tirar o máximo proveito dessas caixas, experimente alguns posicionamentos diferentes dentro do porta-malas.

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Qual(is) subwoofer(s) ligar em meu amplificador?

Vamos descrever aqui, algumas regras básicas para se escolher um ou mais subwoofers para ligar no amplificador que você acabou de comprar

1o – obedecer a impedância mínima especificada pelo amplificador
2o – casar a potência FORNECIDA pelo amplificador com a potência SUPORTADA pelo subwoofer

se na ligação bridge é especificado 4 Ohms mínimo 300W, você precisa ter:
- um subwoofer de 4 Ohms, 200 a 500W RMS
- um subwoofer com bobina dupla de 2 Ohms cada, 200 a 500W RMS total (100 a 250W cada bobina)
- dois subwoofers de 2 Ohms, 100 a 250W RMS cada
- dois subwoofers com bobina dupla de 4 Ohms cada, 100 a 250W RMS cada (50 a 125W cada bobina)

se na ligação bridge é especificado 2 Ohms mínimo 300W, você precisa ter:
- um subwoofer de 2 Ohms, 200 a 500W RMS
- um subwoofer com bobina dupla de 4 Ohms cada, 200 a 500W RMS
- dois subwoofers de 4 Ohms, 100 a 250W RMS cada
- dois subwoofers com bobina dupla de 2 Ohms cada, 100 a 250W RMS cada

Se você for ligar em estéreo, veja a impedância minima nessa ligação que geralmente varia de 4 a 1 Ohm

Veja o artigo ASSOCIACAO DE SUBWOOFER para saber mais sobre associação de subwoofers

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Qual o melhor subwoofer para meu amplificador?

Vamos supor que você tenha um amplificador que forneça 500W RMS na ligação bridge com mínimo de 4 Ohms de impedância e que tenha outras características:
- 2 canais de 250W RMS a 2 Ohms ou
- 2 canais de 120W RMS a 4 Ohms ou
- bridge de 500W RMS a 4 Ohms

O subwoofer ideal será aquele que casa com a potência bridge, isto é:
- 4 Ohms
- 400 a 600W RMS

Utilizando um subwoofer de 4 Ohms você terá a máxima transferência de potência que é 500W a 4 Ohms, nada de ligar um subwoofer de 2 Ohms, pois com isso você vai queimar o amplificador, ele vai esquentar rápido até pifar.
Um subwoofer de impedância de 8 Ohms será alimentado com 250W RMS na ligação bridge, isso acontece porque a impedância é o dobro da especificada para 500W RMS, dobrando-se a impedância, divide-se a potência.

A potência do subwoofer também deve ser compatível, um muito abaixo de 500W RMS vai queimar fácil e um muito acima dos 500W RMS será dinheiro jogado fora, além de não tocar muito bem por falta de força suficiente do amplificador.

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Evitando a queima de subwoofers

Vamos mencionar algumas dicas para evitar a queima ou danificação de subwoofers:

- Se o amplificador suporta a impedância mínima de 4 Ohms, não ligue subwoofers de 2 Ohms ou subwoofers bobina dupla de 4 Ohms ligados em paralelo (resultando em 2 Ohms);
- Evite que seu amplificador forneça um sinal distorcido, um subwoofer de 300W RMS pode facilmente queimar quando ligado num amplificador de 200W com sinal distorcido;
- Regule corretamente a sensibilidade (ganho) do amplificador, caso ele tenha esta função, para que o sinal não saia distorcido;
- Mantenha seu amplificador bem alimentado pela bateria, utilize cabos adequados e capacidade adequada (A/h – Ampéres hora);
- Instale seu subwoofer em uma caixa acústica com volume adequado, lembre-se que casa subwoofer necessita de uma caixa adequada;
- Se o subwoofer estiver em uma caixa dutada, preste atenção ao projeto do volume e do duto para que o cone do subwoofer não excursione acima de sua capacidade;
- Utilize subwoofers de mesma potência ou um pouco acima do fornecido pelo amplificador. Ex: amplificador que fornece 200W RMS a 4 Ohms, utilize um subwoofer de 200W a 300W RMS ou mais e que tenha impedância de 4 Ohms;
- Caso utilize subwoofer que suporte potência abaixo da nominal do amplificador, regule a sensibilidade (ganho) do amplificador para que ele forneça menos potência. Ex: se seu amplificador fornece 200W RMS a 4 Ohms e você tem um subwoofer de 150W RMS 4 Ohms, regule o amplificador para não fornecer a potência máxima;

Seguindo estas dicas, dificilmente você queimará ou estragará seu subwoofer.

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Associação de Subwoofers
Objetivos:
- diferenças entre impedância e resistência
- entender a associação de subwoofers bobina simples e dupla
- maximizar a transferência de potência para o subwoofer
- não danificar o amplificador e subwoofer

Impedância vs. Resistência

A resistência é a dificuldade que uma corrente elétrica contínua tem ao passar por um componente e a Impedância é a resistência à corrente variável em frequência portanto a impedância varia com a frequência também.

Associação de Subwoofers Bobina simples.

Podemos associar dois subwoofers em paralelo ou em série.

Associação em série.

Consiste em ligar um terminal de um sub no polo oposto do outro, isto é, o polo positivo(vermelho) de um, no polo negativo(preto) do outro (ou vice-versa), afim de termos um polo positivo e outro negativo sobrando como mostra a figura abaixo:


(ligação série de 2 subwoofers)

Se você ligar polo positivo com polo positivo e utilizar os polos negativos (ou vice-versa), os cones de cada subwoofer se deslocarão em sentidos opostos causando o cancelamento de ondas sonoras, pois um força o ar para frente enquanto que o outro força o ar para trás resultando em deslocamento zero (supondo os subwoofer virados para um mesmo lado).


(cancelamento sonoro por deslocamento oposto)

A impedância equivalente medida nos 2 terminais, será a soma das impedâncias. A regra de soma vale para mais de 2 subwoofers ligados em série.


(ligação de subwoofers em série)

Associação em paralelo.

Consiste em ligar polo positivo(vermelho) no polo positivo(vermelho) de outro subwoofer e o polo negativo(preto) do primeiro no polo negativo do segundo como mostra a figura abaixo:


(ligação em paralelo de 2 subwoofers)

Supondo que os dois subwoofers possuam a mesma impedância, o equivalente do conjunto será a metade da impedância dos subs. No nosso exemplo, os 2 subwoofers são de 4 Ohms e a impedância equivalente é de 2 Ohms.
Mas a regra geral para mais de um subwoofer é:

R = (R1*R2)/(R1+R2)

ou para mais subwoofers:

R = (R1*R2*R3*R4*…)/(R1+R2+R3+R4+…)

Associação de Subwoofers bobina dupla

Observando um subwoofer de bobina dupla, notamos que ele possui 4 terminais (2 positivos(vermelho) e 2 negativos(preto)), internamente ele é composto por 2 bobinas independentes montadas em um suporte em comum. Podemos aproximar o subwoofer B.D. (bobina dupla) a 2 resistores.
Portanto podemos ligar um subwoofer B.D. em paralelo ou em série com ele mesmo ou em conjunto com outro subwoofer B.D. sempre levando em conta a polaridade.

Ligando as bobinas de um subwoofer B.D. em série.

Liga-se polo positivo no polo negativo da outra bobina, sobrando o polo negativo da primeira bobina e o polo positivo da segunda bobina:


(ligação série de um subwoofer bobina dupla)

No exemplo acima, a associação de 2 bobinas de 2 Ohms, resultou em um subwoofer de 4 Ohms.

Podemos notar que as bobinas estão em série se ‘caminharmos’ pelo fio vermelho, que entra pela bobina vermelha, retorna para a bobina preta e sai pelo fio preto voltando para o amplificador.

O resultado é um subwoofer com impedância igual a soma das impedâncias das bobinas e potência total igual à soma das potências suportadas por cada bobina.

Ligação Errada

Se você ligar polo positivo de uma bobina com polo negativo da outra bobina e também o polo negativo de um com o polo positivo do outro (como na figura abaixo), as bobinas se deslocarão em sentidos opostos causando o descolamento das mesmas sobre o suporte cilíndrico, travando o cone do subwoofer por dano, possivelmente por descolamento oposto das bobinas.


(deslocamento contra, por ligação errada)

Ligando as bobinas de um subwoofer B.D. em paralelo.

Basta ligar polo positivo de uma bobina com o polo positivo da outra bobina e polo negativo de uma bobina com o polo negativo da outra bobina, o resultado é um subwoofer com impedância equivalente à metade da impedância de uma das bobinas e potência equivalente ao dobro da potência suportada por cada bobina.


(ligação em paralelo de um subwoofer bobina dupla)

No exemplo acima, a associação em paralelo de 2 bobinas em paralelo, resultou em um subwoofer de 1 Ohm.

Uma bobina em cada canal do amplificador

É possível ligar cada bobina em cada canal estéreo ou bridge do amplificador.

Assim, vamos supor que um amplificador de 4 canais possui duas saídas bridge de no mínimo 4 Ohms e você possui um subwoofer Bobina Dupla de 4 Ohms (isto é, duas bobinas de 4 Ohms). Você poderá ligar cada bobina em cada uma das saídas bridge, respeitando a impedância mínima suportada pelo amplificador.

Atenção:
Esse tipo de ligação requer alguns cuidados. O sinal aplicado ao subwoofer deve ser rigorosamente igual em formato e intensidade, caso contrário, poderá danificar a bobina.

Mesmo pegando polaridades corretas nas saídas bridge, pode ocorrer de estarem com polaridades diferentes. Peça para um técnico verificar.

Associação de dois subwoofers Bobina Dupla

Para utilização com outros subwoofers podemos simplificar os cálculos agrupando em conjuntos pequenos e calculando aos poucos.
Ex: Temos 2 subwoofers B.D. cada uma com 2 bobinas de 4 Ohms, o subwoofer suporta 500W RMS (isto é, 250W RMS suportado por cada bobina) e queremos ligá-los em um amplificador de um canal bridge com impedância mínima de 4 Ohms, que fornece 1000W RMS.

1a opção:
(4 + 4)//(4 + 4) = (Cool//(Cool = 4 Ohms
ligando em série as bobinas de um sub, fazendo o mesmo com outro sub e por fim, colocando em paralelo os dois subwoofers

2a opção:
(4//4) + (4//4) = (2) + (2) = 4 Ohms
ligando em paralelo as bobinas de um subwoofer, fazendo o mesmo com o outro sub e por fim, ligando em série os dois subwoofers.

“//” indica a ligação em paralelo.
O resultado é igual para ambos os casos:
Impedância final de 4 Ohms ligado no amplificador. Com isso o amplificador liberará 1000W RMS que serão distribuídos por igual para cada subwoofer, portanto, 500W RMS para cada subwoofer. Um casamento perfeito.

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Relação entre dutos para caixas dutadas e/ou band-pass

01 polegada é igual a: 25.4 mm. Portanto, um duto de 4 polegadas é igual a: 101mm (100mm ou 10cm no comércio de tubos de PVC).

Vez ou outra o Xactautosound pode pedir um duto de: 143mm (14.3cm). Isto equivale a um duto de 5,65 polegadas, pois 143/25.4 = 5.65. Pois bem, não existe no comércio de tubos de PVC um duto com 5,65 polegadas ou 140mm de diâmetro; assim sendo você vai ter que utilizar mais dutos (com o mesmo comprimento, é claro) que juntos sejam equivalentes à um duto de 5.65 polegadas.

Muita gente imagina de dois dutos de 4 polegadas equivalem a um duto de 8 polegadas… ERRADO !!! Dois dutos de 4 polegadas equivalem a um duto de 5,65 polegadas !

A fórmula para se calcular equivalência de dutos é:

DT = (Da^2 + Db^2)^0.5

Onde:
DT = Diâmetro total em polegadas
Da = Diâmetro do duto 1 em polegadas
Db = Diâmetro do duto 2 em polegadas

Ex.:
DT = (Da^2 + Db^2)^0.5
Vamos verificar qual seria o diâmetro equivalente a dois dutos de 4 polegadas.

DT = (4^2 + 4^2)^0,5
DT = (16 + 16)^0.5
DT = 32^0.5
DT = 5.65 polegadas

Créditos: Autosom.net
Post: http://www.golquadrado.com.br/forum/viewtopic.php?t=2369
Próximo artigo: Tudo sobre amplificadores

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